Mulher grávida morre após passar por dois hospitais municipais no Rio.

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CASO DE AMANDA

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CASO DE AMANDA

Amanda Pereira tinha 21 anos e estava no final da gravidez. Ao sentir dores, seguiu para a maternidade municipal Leila Diniz, onde não havia vaga. Ela seguiu, então, para o Hospital Maternidade Carmela Dutra, também da prefeitura. Durante a tentativa de um parto normal, a jovem mãe morreu. No dia 29 de abril de 2012 ela saiu para ter a filha que ela tanto sonhou e não mais voltou para os braços de sua família, ela deu entrada na MATERNIDADE CARMELA DUTRA no MÉIER as 19:00 hs e só foi feito o parto as 04:00 hs da manha seguinte, depois de várias manobras
feita com a ela eis o resultado: o bebê nasceu mais não chorou, como é de costume em todo recém nascido. AMANDA VIRGíNIO PEREIRA veio a falecer as 06.45 hs da manhã do dia 30 de abril de 2012 deixando sua filhinha KAUANNE VICTORIA MACHADO VIRGíNIO PEREIRA em estado muito grave e quando saiu do ventre de sua mãe permaneceu em COMA até o dia que veio a falecer (05 de agosto de 2012).

Violência Obstétrica

Para mudar o cenário da violência obstétrica no Brasil é preciso que falemos e muito sobre isso. Precisamos informar que essa violência existe denunciar a ocorrência dela para que medidas sejam tomadas a fim de evitá-las. Porém, além disso, precisamos dizer qual é o modelo proposto para que o evento nascimento ocorra de forma digna, quais são as medidas necessárias para que a gestante e parturiente sejam respeitadas e estejam à salvo de sofrerem uma violência obstétrica.

 “No Brasil, uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência durante o parto. A violência obstétrica não se limita a violência física mas, também, aos maus tratos, violência verbal (frases do tipo: na hora de fazer você não gritou) e realização de intervenções sem informar corretamente à mulher o que estão fazendo com e para que.

A taxa de cesarianas de 52% é também um fato alarmante, já que a Organização Mundial da Saúde avalia que a real necessidade de cesarianas de emergência gira em torno do 15%.

Nos últimos anos, o movimento pela humanização do atendimento ao parto, promove uma série de ações e manifestações para que as mulheres tomem conhecimento de que é possível trazer ao mundo seus filhos com respeito, respeito ao seu próprio corpo e ao nascimento.

Muitas grávidas passam por exames dolorosos, ouvem ameaças e não são atendidas durante o trabalho de parto, nascimento do bebê e no pós-parto. Uma pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo, em 2010, revela que 25% das mulheres brasileiras sofreram violência durante o parto, a chamada violência obstétrica.

Hoje em dia já entendemos que a violência verbal pode ser tão grave e ofensiva quanto a violência física e que ainda, existem outros tipos de violência, que se apresentam de maneira sorrateira, quase que sutil e passam desapercebidas da maioria das pessoas por estarem “acostumadas ao sistema”. Aí que entra a violência obstétrica.Imagem

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Contando sobre meu parto

                                  Este ambiente foi criado para que você que já passou pela experiência do parto, divida com outras mulheres a sua experiência, seja ela boa ou ruím sabemos que é um evento em nossas vidas impossível de esquecer.

O PARTO É UM MOMENTO DE VIDA!

ImagemTemos que garantir que eu, voçê e outras mulheres possamos escolher o nosso parto. No plano de saúde hoje vc não escolhe? Então porque não na rede pública?
Porque a cesária custa R$1.300,00 e o normal custa R$300,00 para os cofres públicos. E todo o dinheiro das Trasncarioca, PAN,Oímpiadas, Copa que está sendo gasto vale mais que a saúde?
O parto é um momento de vida e percebo hoje, conversando com as parturientes desta maternidade, elas dizem que é um momento de terror. Pois sabem que vão sofrer muito, e pedem a Deus pra que a equipe tenham bons profissionais,pois sabem que correm um grande risco? Isso é um absurdo, antigamente as mulheres davam a luz em casa!!!